Prometo que não vou brigar se você disser que já se formou há um tempão e ainda não tirou seu registro! Mesmo que você me diga que acaba de ser convocado para um concurso que foi aprovado e agora está desesperado porque ainda não tem o registro e está com medo de perder a vaga! Juro, não vou brigar com você, vou tentar te ajudar!

Primeiro vamos saber: o que danado é o registro de jornalismo? É a mesma coisa que registro no respectivo órgão de classe? Bem, é assim: algumas profissões possuem órgão de classe, como advogados, a OAB, arquitetos e engenheiros, o Crea. Para jornalismo não tem, então o registro é feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego. É o chamado MTB ou o antigamente chamado DRT.

O registro na verdade é uma numeração que será anotada em sua carteira de trabalho. Essa numeração te identifica como jornalista, assim como você tem o seu CPF ou o RG. Normalmente quando você é contratado por uma empresa e também em concursos públicos, será cobrada o seu registro. E como fazer para conseguir tirá-lo? Vamos ao passo a passo:

OBS 1: Essas orientações são para quem tem o diploma e precisa tirar o registro, como é o caso da maioria dos jornalistas concurseiros, tendo em vista que as seleções normalmente exigem a formação universitária. Os jornalistas não diplomados, que têm direito também a tirar o diploma, devem acessar o site do Ministério do Trabalho (link lá embaixo do post) e seguir os passos indicados.

OBS 2: Esse post não tem nenhum intuito de ser preconceituoso, arrogante ou pretensioso com quem quer que seja. Apenas é uma prestação de serviço aos jornalistas diplomados.

1º PASSO – O DIPLOMA DE JORNALISMO
Se você ainda não tirou, esse será seu primeiro passo! Procure sua faculdade com o comprovante de colação de grau. Agora aviso logo: o diploma normalmente demora mais de um ano para ficar pronto! Nesse caso, você deve levar o comprovante que deu entrada no diploma e vai tirar um registro temporário.

Vá até a unidade do Ministério do Trabalho do seu estado ou procure o Sindicato dos Jornalistas (normalmente você leva seus documentos e eles resolvem para você diretamente no Ministério. Em Pernambuco é assim e sei que em outros estados também acontece o mesmo).

2º PASSO – VAMOS AO REGISTRO PROVISÓRIO
Com o comprovante que deu entrada no diploma em mãos, leve ao Sindicato ou ao Ministério a original e a cópia dos seguintes documentos:
- RG
- CPF
- Certidão de casamento (caso tenha havido alteração no nome)
- Carteira de trabalho (cópia das páginas com número, série e qualificação civil)
- Comprovante de endereço (original e cópia)
- PIS (Cartão do Cidadão ou número do PIS)
- Comprovante de entrada diploma

É só dar entrada e aguardar. Normalmente demora pelo menos uns 15 dias para ficar pronto, mas isso pode variar de cada estado (o meu ficou pronto até antes, com mais ou menos uma semana, se não me engano).
Você ganhará um registro provisório (uma numeração anotada em sua carteira de trabalho) que tem a validade de um ano.

3º PASSO – O REGISTRO DEFINITIVO
Assim que tiver com o diploma em mãos (de um a dois anos depois que você deu entrada – é sério, não tô brincando), leve uma cópia (simples) do diploma e sua carteira de trabalho ao Ministério do Trabalho. Lá rapidinho eles vão carimbar sua carteira novamente dizendo que você já apresentou o diploma. O número do seu registro continua sendo o mesmo. Parabéns, jornalista diplomado e com registro!

ATENÇÃO
Caso tenha sido aprovado em um concurso público e convocado para o cargo, mas seu diploma ainda não está pronto, leve uma cópia do Diário Oficial da União em que consta seu nome e solicite agilidade na sua documentação. De toda forma, os concursos costumam aceitar a comprovante de entrada no diploma por saber desse atraso que é normal…

PARA MAIS INFORMAÇÕES
Visite o site do Ministério do Trabalho e Emprego.

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75 Comentários até agora.

  1. Isabela disse:

    Em Pernambuco o diploma demora um ano pra ficar pronto? Uau. Em Natal, não sei se é regra, mas o meu foi entregue após um mês.

  2. Priscilla Cavalcanti disse:

    Mari, amei esse post, tava precisando dessas informações. Não brigue mesmo ahaha depois de 3 anos fui pegar o meu diploma para tirar o registro. E agora ainda estou com o provisório, acredita?
    Preciso ir ao Ministério para carimbar o definitivo!!!

  3. Jéssica Martins disse:

    Olá Mariana, sabe dizer se RP só tira o Conrerp ou se tem q tirar isso tbm?

  4. Paulo disse:

    Parábens pelo post Mariana .. informações importantes estás que vc colocou aqui ….

  5. isso é uma completa desinformação. Além de não ser obrigatório, o diploma não é um atestado de jornalista profissional. Basta que o jornalista procure uma delegacia do ministério do trabalho com sua carteira profissional e comprove o exercício da profissão. No RS, serve um atestado do veículo onde o indivíduo trabalha.

    Sindicatos podem, sim, optar por filiar apenas diplomados. Assim, como é uma opção do trabalhador se filiar ou não a um sindicato. Uma noção jurídica básica.

    Não é em vão que alguns “bacharéis em comunicação social – habilitação jornalismo” (esse é o título emitido pelas faculdades autorizadas pelo ministério da educação) jamais serão jornalistas. Não existe diploma de jornalista. Muitos diplomados tornam-se assessores, bibliotecários ou procuram o título de “jornalista concurseiro”. Não há problema nenhum nisso tudo. Ninguém tem a obrigação de ajudar. Basta ficar calado e não atrapalhar. A maioria dos bons jornalistas, não se contenta com apenas um diploma. Mas brasileiro gosta mesmo é de papel.

    • Mariana Mazza disse:

      O diploma de jornalista não atesta a competência de ninguém, assim como a aprovação da OAB não garante que o cara será um bom advogado… Mas 99,99% dos concursos ainda acreditam que as vagas de jornalistas devam ser ocupadas por jornalistas que passaram por uma faculdade. Veículos fazem mais questão do registro na carteira mesmo, que como você falou não é difícil conseguir…

      Não acho que ninguém é melhor que ninguém, mas como jornalista diplomada defendo sim o nosso direito! E como eu também acredito que jornalista não é só quem trabalha em veículo, mas os assessores de imprensa e, sobretudo, os que trabalham no setor público, continuarei defendendo essa bandeira.

      Ah, por sinal a PEC dos Jornalistas que defende a volta do diploma foi aprovada pelo Senado!

      • A PEC pode ser aprovada, o entendimento do Supremo a respeito do que é ou não constitucional não muda. Aliás, não defendo direito de ninguém que não tenha direitos. Graduação, mestrado, doutorado. Quem estuda de verdade não precisa se preocupar com um diploma de graduação. Prova da sua fragilidade mental é colocar a assessoria de imprensa, algo respeitável e legítimo, na mesma classificação do jornalismo, outra atividade respeitável. Siga “concurseira” (sei lá eu que diabos quer dizer isso quando o assunto é profissão) e boa sorte. Fizeste bem em trocar de profissão. Se não der certo, tente virar sindicalista. É seu “direito”. É o caminho natural. Eu vou seguir trabalhando, e estudando. Ganho mais.

        • Mariana Mazza disse:

          Sinto muito que se ache mais jornalista que eu ou que outros que tem o diploma. Acha que só quem trabalha em veículo é jornalista? Quem será que tem fragilidade mental ao ponto de diminuir tanto o trabalho do jornalista?

          Sei muito bem da minha capacidade como jornalista tanto que trabalho como jornalista, quer você aceite ou não. Não preciso mudar de profissão, o jornalismo é grande o suficiente para aceitar os mais diversos ramos, dentre eles a assessoria de comunicação. Nem tenho que me preocupar com isso…

          Ao contrário de você, não tenho nada contra quem não tem o diploma e trabalha como jornalista. Uma pena que esteja tendo uma visão tão distocida ao meu respeito, já que nem me conhece, não sabe nada da minha pessoa nem do meu trabalho… Lamento por você!

    • flavia silva disse:

      Bela resposta! Do jeito que ela colocou aqui fica parecendo que só diplomado pode ser registrado. Eu sou jornalista e editora, não tenho diploma – até comecei o curso mas o achei no mínimo medíocre – e sou mais respeitada e bem remunerada do que muito jornalista formado por aí!! A maioria não sabe nem português direito… Abs

      • Mariana Mazza disse:

        O blog é voltado para jornalsitas que fazem concurso na área, que em quase 100% dos casos exige o diploma. Abri esse post apenas para orientar essas pessoas, a pedido dos próprios leitores, a retirar o registro que é fundamental para a pessoa assumir o cargo quando convocada!

        Não sei a causa de tanta polêmica, não tenho nada contra quem não tem diploma, já tive chefe que não tinha diploma e é um dos melhores jornalistas que já conheci e é extremamente respeitado e admirado! Desculpe se estão entendendo mal…

    • Jana disse:

      Aqui no Paraná, uma liminar proíbe que os não jornalistas tirem seus registros. A delegacia e o ministério do trabalho não fazem se não apresentar diploma!
      Justíssimo!

  6. André Boeira disse:

    Minha colega…o Brasil é um dos poucos países no MUNDO que exige diploma para exrcer o Jornalismo. pesquise isso e vai ver. Mas, como já disseram aí em cima. Existe uma PEC aprovada no Senado – POLÍTICA!!! Mas, antes dela, existiu uma discussão de 10 anos, onde o STF decidiu pela não exigência do Diploma. Muitos magistrados discutiram e argumentaram o assunto. Existem bons argumentos de ambos os lados. Quem exige o diploma são os sindicatos e estes adoram pegar a grana das mensalidades dos jornalistas de carteirinha. Acho que todos são importantes e eles deveriam reconhecer todos. eu não acredito em nessa de profissional tirando o emprego do outro. O empregador pode escolher quem ele quer…Jornalista com ou sem o diploma. abraços.

    • Mariana Mazza disse:

      Tenho muitos amigos que não têm diploma e são excepcionais profissionais! Isso não impede, claro! E nem será o reconhecimento ou não do diploma que vai mudar a cabeça dos empresários. Mas eu tenho diploma, preciso defendê-lo!

  7. André Boeira disse:

    Acho que você deve conhecer esta entidade…ABJ – Associação Brasileira dos Jornalistas. Ela reconhece todos os jornalistas, com ou sem o diploma! http://www.abjornalistas.org/index.php

    • Mariana Mazza disse:

      Eu conheço a ABJ e também reconheço todos os jornalistas com ou sem diploma! Por favor, não me entenda mal!!! Só estou querendo prestar um serviço para quem tem diploma e precisa tirar o registro (que é igual a quem não tem diploma)!

  8. Luis Coutinho disse:

    Mariana, parabéns pela fineza e firmeza nas falas com os que não compreenderam o objetivo do post e do blog.

    Obrigado por compartilhar as informações. Parabéns pela aprovação e sorte na vida e nos futuros concursos!

    Um abraço.

  9. Grace disse:

    Mariana, parabéns pela iniciativa. Muito útil. Sucesso pra você.

  10. Gostei bastente da explicação mais ainda tenho uma dúvida, precisa ou não do diploma de jornalismo?

    • Mariana Mazza disse:

      Você quer saber se precisa do diploma para tirar o registro ou se o diploma está sendo solicitado pelos concursos?

      Se for a primeira opção, você pode primeiro levar o comprovanet que deu entrada no diploma, fará seu registro provisório e depois que o diploma ficar pronto, volta lá para tirar o registro definitivo. Se for a segunda opção, sim, praticamente todos os concursos cobram o diploma!

  11. Carlos Alberto disse:

    Obrigado pelos eslarecimentos. Estava na dúvida sobre o “registro no órgão de classe” que os concursos cobram para a pessoa poder assumir. Não sabia se era só o MTB ou se ainda era preciso o registro em outo órgão. Mas entendi, pelo seu post, que é só o MTB mesmo. Continue com seu excelente blog, por favor.

  12. Rogerio Araujo disse:

    Olha meu caso: obtive registro MTB no Rio de Janeiro em 2010 comprovando curso superior em outra área e pq sou escritor de artigos e livros, inclusive sobre comunicação. Consegui me sindicalizar no Sindicato dosJornalistas do RJ e até obter a carteira nacionalmda FENAJ. Agora que a carteira está vencendo, estao querendo exigir diploma ou que me registre como provisionado. Está certo isso se ja tinha te a carteira dado por eles mesmos? Não seria um direito adquirido em meu caso? Aguardo comentario e orientaçoes, pois acho que qualquer açao judicial me daria ganho de causa pelo tempo de sindicato e por registro na carteira de trabalho ja feiro… ou nao?

    • Mariana Mazza disse:

      Eu acho que você já tem o direito adquirido sim, mas te oriento a procurar um advogado, pois creio que você terá que acionar a justiça para garantir esse direito. Boa sorte!

  13. Como saber sobre o registro com jornalista,JOSÉ LEANDRO MALASPINA,do JORNAL BOCA DA NOITE DE CAJURU SP.

  14. Rogerio Araujo disse:

    Ola. Como disse em outra postagem acima, entrei em contato som o Sindicato dos Jornalistas do RJ e eles concordaram comigo que teria direito adquirido, mas estao avaliando o caso e me darao posiçao. Ate pq sou sindicalizado com anuidade em dia desde 2010. E escrevendo em jornais, revistas e como escritor desde 2003, portanto ha 10 anos… um tempo bem expressivo de experincia, ne? Espero que resolva tudo sem precisar acinar a justiça…

  15. Daniela disse:

    Abriu um concurso na UEL (Universidade Estadual de Campinas) e eles pedem DRT. No caso eles aceitariam se eu apresentasse MTB?

  16. Itá Fernandes Fallaci disse:

    Mariana Mazza, sinto uma certa descriminação em seus comentários. Tenho certeza que quando vc nasceu, eu já estava com o saco cheio de escrever matérias. Denunciar políticos corruptos no estado do Pará, madeireiros, contrabandistas e traficantes.Muitas vezes tive a vida por um fio,fui elogiado, perseguido, espancado. E vem vc com os cueiros ou devo dizer as fraldinhas da mônica borradas me falar em obrigatoriedade de diploma.Tenha a santa paciencia

    • Mariana Mazza disse:

      Não, você se engana! Não tenho preconceito contra quem não tem o diploma, inclusive conheço muitas pessoas que são jornalistas sem diploma, pessoas que foram meus colegas de trabalho e até mesmo meus chefes! Esse post vem apenas para ajudar as pessoas que precisam tirar o registro, afinal a maioria dos concursos exige o diploma e o registro.

      Se me entendeu errado, desculpe!

  17. ROGERIO ARAUJO disse:

    Mariana, postei dois comentários acima e agora obtive a resposta do Sindicato dos Jornalistas do RJ: dizem que a FENAJ nao aceita o registro apenas de “jornalista” com tenho, mas de “jornalista profissional” ou “jornalista provisionado” como seria o meu caso. E embora já tenho em carteira desde 2010 o registro querem que eu faço um outro na mesma carteira de “provisionado”. Este precisa revalidar de 3 em 3 anos mesmo ou depois de um tempo pode este ser reconhecido como “jornalista profisisonal” como li em algum lugar? Eu tenho essa opção que me deram ou mais rapida ou a de entrar com um mandado de segurança para que reconheçam o meu registro e deem minha carteira e jornalista… O que acha???

    • Mariana Mazza disse:

      Oi, Rogério! Acredito que seria mais fácil (menos dor de cabeça) ficar com esse registro de provisionado, pois você poderia continuar trabalhando normalmente com um registro que é o previsto pela FENAJ, não haveria perigo de ninguém “encrencar”! De toda forma, a pessoa que vai te contratar sabe que você tem o título de jornalista, mesmo sem ter o diploma e vai te contratar pelo seu trabalho, não pelo que está escrito em seu registro! É isso que importa!

      Não sei se precisa revalidá-lo, acho que não, mas realmente teria que pegar mais informações com o Sindicato ou a FENAJ.

  18. Carlos Alberto disse:

    Mariana, precisamos de certidão de
    inscrição e regularidade junto ao órgão fiscalizador da profissão? O comprovante de inscrição é a anotação na carteira de trabalho? Jornalistas têm um órgão fiscalizador que emita certidões de regularidade profissional? Obrigado!

    • Mariana Mazza disse:

      Nós não temos um Conselho, como o pessoal de RP, por exemplo, então o nosso registro na carteira de trabalho (DRT ou MTB) já é suficiente.

  19. Carlos Alberto disse:

    Obrigado pelas informações, querida.

  20. Joyce disse:

    Bom dia.
    Muito obrigada por passar informações importantes que estava necessitando.
    Preciso saber se me registrando, terei de pagar alguma contribuição ao longo do ano, como acontece em outras categorias?
    Eu tenho todos os documentos que você mensionou para ter o registro.

  21. Larissa Gous disse:

    Possui algum custo?!

  22. Tatiane Vizeu disse:

    Oi sou formada desde 2010 ,nao trabalho e nunca trabalhei na area.Estou pensando em começar a trabalhar.O que devo fazer como primeiro passo para conseguir um registro?

  23. Bom dia Mari,

    Primeiramente, parabéns pelo post e sobretudo por todas as respostas.

    Gostaria de saber se ainda há possibilidade de fazer aquele registro de jornalista colaborador?

    grande abraço e continue o bom trabalho!!!

    • Mariana Mazza disse:

      Oi, Moacir! Acho que ainda emitem esse registro do jornalista colaborador, mas sugiro que procure mais informações com o MTE.

  24. Juliana disse:

    Boa tarde,

    Eu gostaria de saber uma coisa. Estudei comunicação na faculdade, mas devido a uns acontecimentos, tive que largar a faculdade no ultimo semestre. Terei direito também a tirar a carteira ou registro de jornalismo de outra forma, ou terei que terminar a faculdade?

    Obrigado.

    • Mariana Mazza disse:

      Acho que só terá direito à carteira se terminar a faculdade, Juliana. Mas seria legal procurar o Ministério do Trabalho para saber se existe algum procedimento diferenciado…

  25. Leandro Zanotto disse:

    Ola

    Parabéns pelo texto muito bom.Gostaria de Uma informação para tirar o registro.Apenas eu devo levar meu diploma ao ministério do trabalho ou também no sindicado.
    Obrigado

  26. Rachel disse:

    Desculpe a minha ignorânvia, mas… quando a gente faz o registro no ministério, a gente tem que ficar pagando anuidade? Igual os enfermeiros pagam ao COREn, os médicos aos Conselhos de Medicina, os Nutricionista ao Conselho de Nutrição???

  27. Luiz Antunes disse:

    Não gostei do seu texto. Estranho: não tenho diploma e consigo me fazer entender bem melhor do que você. Siga “concurseira”, pois está bem de acordo. E não publique informações erradas, “jornalista”. A decisão do STF segue valendo.

    • Mariana Mazza disse:

      Esse post é voltado para orientar pessoas que fazem concurso e que precisam tanto de diploma como de registro. As informações estão de acordo com o MTE!

  28. Amaro Paz disse:

    Por qual motivo, qualquer informação que seja direcionada aos Jornalistas é sempre precedida de tanta discussão?! O blog é da moça, deixa ela dizer o que ela quer! As informações estão de acordo, não tem nada de errado com o post. Se os reclamões lerem as informações relacionadas ao blog verão que ele possui um nicho de mercado, que certamente não inclui vocês. Deixa a moça fazer o trabalho dela!

  29. Celso Rios disse:

    Já vi que não estou sozinho, faz um ano que dei entrada no diploma e por questões de tempo mesmo ainda não fui buscá-lo. Mas,vou buscar essa semana e dar entrada na documentação para obter o registro.

    Esse blog é muito bom e ajuda bastante até para nós que somos da área discutirmos e fazermos contatos com outros profissionais.

    Enquanto a questão do diploma ou não! Entendo a bronca de alguns por parte da obrigatoriedade do certificado, mas ao mesmo tempo entendo que existem profissionais muito competentes não diplomados, assim como existem alguns incompetentes também e vice-versa se formos falar dos diplomados. Em todas as instâncias existem bons e maus profissionais,mas continuo defendendo o registro para todos os que atuam na área, pois só assim poderemos ter o controle e a integridade preservada de alguns profissionais.

    Vejo que hoje tem muita gente que sai por aí, escrevendo todo e qualquer tipo de texto sem ter nenhum compromisso ético ou moral para com a informação ou seu público.

    Grande abraço e obrigado pelos esclarecimentos!

  30. Camila Godoy disse:

    Mariana,
    Parabéns pelo post. Sempre educada e disposta a nos informar. Só não entendo os motivos das reclamações. Também não tenho nada contra os profissionais que não tem diploma, mas esse povo bem que estava precisando estudar para ver se pelo menos consegue interpretar um texto simples como esse. Affs, mas vão ser fracos na leitura e fortes na ignorância assim lá longe.
    Abraço e sucesso pra vc!

  31. Primeiramente quero parabenizar pela informação de relevância social. O que me chamou a atenção foi o fato de sua humildade em dizer “Esse post não tem nenhum intuito de ser preconceituoso, arrogante ou pretensioso com quem quer que seja. Apenas é uma prestação de serviço aos jornalistas diplomados”.

    Eu obtive meu registro sem ter universidade. Atualmente se discute muito sobre a necessidade, mas em muitos países não é preciso frequentar universidade, mas filiação ao sindicato de jornalistas, por exemplo. No artigo 19, do Pacto internacional sobre Direitos Civis e Políticos se firma: “2. Toda pessoa terá direito à liberdade de expressão; esse direito incluirá a liberdade de procurar, receber e difundir informações, ideias de qualquer natureza, independentemente de considerações de fronteiras, verbalmente ou por escrito, em forma impressa ou artística, ou por qualquer outro meio de sua escolha.”

    Da mesma maneira há no artigo XIX, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, sobre liberdade de opinião e expressão. A saber,no julgamento do RE 349.703/RS, o Min. Celso de Melo firmou entendimento no sentido de atribuir aos tratados internacionais de direitos humanos superioridade jurídica sobre as leis internas brasileiras. Dessa forma as leis internacionais que versão sobre direitos humanos possuem status constitucional.

    Quanto ao STF, o entendimento é que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos possuem caráter supralegal, ou seja, qualquer legislação brasileira que conflite com tratado de direitos humanos não é considerada inconstitucional, todavia não pode ser aplicada e, assim, perde-se a eficácia.

    Em poucas palavras, para ser jornalista não há necessidade de diploma superior para exercer a profissão de jornalista. Porém, no meu pensar, estudar sempre é grandioso, enriquecedor. O diploma ou certificado servem para acrescentar conhecimento.

  32. Alberto disse:

    Oi, e para o jornalista que tirou o registro em SP, mas passou em um concurso no Rio de Janeiro, precisa tirar um novo registro para atuar no RJ? Como proceder?

  33. Rodrigo disse:

    Grato pelos esclarecimentos!

    Trabalho como funcionário de carreira do judiciário do Rio de Janeiro. Assumi recentemente uma função gratificada (sem relação com o jornalismo, que é minha área de formação), e por exigência do CNJ, tenho de apresentar uma série de certidões negativas, dentre elas “certidão emitida pelo órgão de classe atestando que o requerente não foi suspenso no exercício da profissão”.

    Existe tal coisa para o caso de jornalista? Órgão fiscalizador de cadastro compulsório e poder de suspender?

    Eu nunca sequer exerci a profissão… passei para o concurso antes de me formar.

    Grato antecipadamente.

  34. Claudio Mauro Rocha Rezende disse:

    Jornalista, é a única formação universitária sem um Conselho de Classe? O registro profissional é feito no Ministério do Trabalho, para obtenção de um número.
    Sem um Conselho de Classe, o Jornalista fica sem uma diretriz, como, o que pode falar, limites de conduta, etc.!.

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A Jornalista concurseira



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